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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
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1
|Gênesis 14:1|
vayhiy biymêy 'amrâphel melekh-shin`âr 'aryokh melekh'ellâsâr kedhârelâ`omer melekh `êylâm vethidh`âl melekh goyim
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2
|Gênesis 14:2|
`âsumilchâmâh 'eth-bera` melekh sedhom ve'eth-birsha` melekh `amorâh shin'âbh.melekh 'adhmâh veshem'êbher melekh tsebhoyiym [tsebhoyiym] umelekhbela` hiy'-tso`ar
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3
|Gênesis 14:3|
kol-'êlleh châbhru 'el-`êmeq hasiddiym hu' yâmhammelach
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4
|Gênesis 14:4|
shetêym `esrêh shânâh `âbhdhu 'eth-kedhârlâ`omerushelosh-`esrêh shânâh mârâdhu
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5
|Gênesis 14:5|
ubhe'arba` `esrêh shânâh bâ'khedhârlâ`omer vehammelâkhiym 'asher 'itto vayyakku 'eth-rephâ'iymbe`ashteroth qarnayim ve'eth-hazzuziym behâm ve'êth hâ'êymiymbeshâvêh qiryâthâyim
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6
|Gênesis 14:6|
ve'eth-hachoriy beharerâm sê`iyr `adh 'êyl pâ'rân'asher `al-hammidhbâr
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7
|Gênesis 14:7|
vayyâshubhu vayyâbho'u 'el-`êyn mishpâth hiv'qâdhêsh vayyakku 'eth-kâl-sedhêh hâ`amâlêqiy vegham 'eth-hâ'emoriyhayyoshêbh bechatsetsonttâmâr
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8
|Gênesis 14:8|
vayyêtsê' melekh-sedhom umelekh`amorâh umelekh 'adhmâh umelekh tsebhoyiym [tsebhoyim] umelekh bela`hiv'-tso`ar vayya`arkhu 'ittâm milchâmâh be`êmeq hasiddiym
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9
|Gênesis 14:9|
'êthkedhârlâ`omer melekh `êylâm vethidh`âl melekh goyim ve'amrâphel melekhshin`âr ve'aryokh melekh 'ellâsâr 'arbâ`âh melâkhiym 'eth-hachamishâh
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10
|Gênesis 14:10|
ve`êmeq hasiddiym be'eroth be'eroth chêmor vayyânusu melekh-sedhom va`amorâh vayyippelu-shâmmâh vehannish'âriym herâh nâsu
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva