-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
-
31
|Gênesis 30:31|
vayyo'mer mâh 'etten-lâkh vayyo'mer ya`aqobh lo'-thitten-liy me'umâh 'im-ta`aseh-liy haddâbhâr hazzeh 'âshubhâh 'er`ehtso'nkha 'eshmor
-
32
|Gênesis 30:32|
'e`ebhor bekhol-tso'nkha hayyom hâsêr mishâm kol-.seh nâqodh vethâlu' vekhol-seh-chum bakkesâbhiym vethâlu' venâqodhbâ`izziym vehâyâh sekhâriy
-
33
|Gênesis 30:33|
ve`ânthâh-biy tsidhqâthiy beyom mâchârkiy-thâbho' `al-sekhâriy lephâneykha kol 'asher-'êynennu nâqodh vethâlu'bâ`izziym vechum bakkesâbhiym gânubh hu' 'ittiy
-
34
|Gênesis 30:34|
vayyo'merlâbhân hên lu yehiy khidhbhârekha
-
35
|Gênesis 30:35|
vayyâsar bayyom hahu' 'eth-hatteyâshiym hâ`aquddiym vehathelu'iym ve'êth kol-hâ`izziymhannequddoth vehathelu'oth kol 'asher-lâbhân bo vekhol-chum bakkesâbhiymvayyittên beyadh-bânâyv
-
36
|Gênesis 30:36|
vayyâsem derekh shelosheth yâmiym bêynoubhêyn ya`aqobh veya`aqobh ro`eh 'eth-tso'n lâbhân hannothâroth
-
37
|Gênesis 30:37|
vayyiqqach-lo ya`aqobh maqqal libhneh lach veluz ve`ermon vayphatsêlbâhên petsâloth lebhânoth machsoph hallâbhân 'asher `al-hammaqloth
-
38
|Gênesis 30:38|
vayyatsêgh 'eth-hammaqloth 'asher pitsêl borohâthiym beshiqathothhammâyim 'asher tâbho'nâ hatso'n lishtoth lenokhach hatso'nvayyêchamnâh bebho'ân lishtoth
-
39
|Gênesis 30:39|
vayyechemu hatso'n 'el-hammaqlothvattêladhnâ hatso'n `aquddiym nequddiym uthelu'iym
-
40
|Gênesis 30:40|
vehakkesâbhiym hiphriydh ya`aqobh vayyittên penêy hatso'n 'el-`âqodhvekhol-chum betso'n lâbhân vayyâsheth-lo `adhâriym lebhaddo velo' shâthâm`al-tso'n lâbhân
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva