-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Hebrew (OT) and Greek (NT) - Transliterated -
-
20
|Gênesis 2:20|
vayyiqrâ'hâ'âdhâm shêmoth lekhol-habbehêmâh ule`oph hashâmayim ulekhol chayyathhasâdheh ule'âdhâm lo'-mâtsâ' `êzer keneghdo
-
21
|Gênesis 2:21|
vayyappêlAdonay 'elohiym tardêmâh `al-hâ'âdhâm vayyiyshân vayyiqqach'achath mitsal`othâyv vayyisgor bâsâr tachtennâh
-
22
|Gênesis 2:22|
vayyibhenAdonay 'elohiym 'eth-hatsêlâ` 'asher-lâqach min-hâ'âdhâm le'ishâhvaybhi'ehâ 'el-hâ'âdhâm
-
23
|Gênesis 2:23|
vayyo'mer hâ'âdhâm zo'th happa`am.`etsem mê`atsâmay ubhâsâr mibbesâriy lezo'th yiqqârê' 'ishâh kiymê'iysh luqochâh-zo'th
-
24
|Gênesis 2:24|
`al-kên ya`azâbh-'iysh 'eth-'âbhiyvve'eth-'immo vedhâbhaq be'ishto vehâyu lebhâsâr 'echâdh
-
25
|Gênesis 2:25|
vayyihyushenêyhem `arummiym hâ'âdhâm ve'ishto velo' yithboshâshu
-
1
|Gênesis 3:1|
vehannâchâsh hâyâh `ârum mikkol chayyath hasâdheh 'asher`âsâh Adonay 'elohiym vayyo'mer 'el-hâ'ishâh 'aph kiy-'âmar'elohiym lo' tho'khlu mikkol `êts haggân
-
2
|Gênesis 3:2|
vatto'mer hâ'ishâh 'el-hannâchâsh mipperiy `êts-haggân no'khêl
-
3
|Gênesis 3:3|
umipperiy hâ`êts 'asherbethokh-haggân 'âmar 'elohiym lo' tho'khlu mimmennu velo' thigge`ubo pen-temuthun
-
4
|Gênesis 3:4|
vayyo'mer hannâchâsh 'el-hâ'ishâh lo'-moth temuthun
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva