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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
137-
King James Version with Strongs -
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|Salmos 137:1|
By the rivers H5104 of Babylon, H894 there we sat down, H3427 yea, we wept, H1058 when we remembered H2142 Zion. H6726
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|Salmos 137:3|
For there they that carried us away captive H7617 required H7592 of us a song; H7892 H1697 and they that wasted H8437 us required of us mirth, H8057 saying, Sing H7891 us one of the songs H7892 of Zion. H6726
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|Salmos 137:5|
If I forget H7911 thee, O Jerusalem, H3389 let my right hand H3225 forget H7911 her cunning.
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|Salmos 137:6|
If I do not remember H2142 thee, let my tongue H3956 cleave H1692 to the roof of my mouth; H2441 if I prefer H5927 not Jerusalem H3389 above my chief H7218 joy. H8057
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|Salmos 137:7|
Remember, H2142 O LORD, H3068 the children H1121 of Edom H123 in the day H3117 of Jerusalem; H3389 who said, H559 Rase H6168 it, rase H6168 it, even to the foundation H3247 thereof.
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|Salmos 137:8|
O daughter H1323 of Babylon, H894 who art to be destroyed; H7703 happy H835 shall he be, that rewardeth H7999 thee as thou hast served H1580 H1576 us.
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|Salmos 137:9|
Happy H835 shall he be, that taketh H270 and dasheth H5310 thy little ones H5768 against the stones. H5553
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva