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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
43-
King James Version with Strongs -
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|Salmos 43:1|
Judge H8199 me, O God, H430 and plead H7378 my cause H7379 against an ungodly H2623 H3808 nation: H1471 O deliver H6403 me from the deceitful H4820 and unjust H5766 man. H376
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|Salmos 43:2|
For thou art the God H430 of my strength: H4581 why dost thou cast me off? H2186 why go H1980 I mourning H6937 because of the oppression H3906 of the enemy? H341
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|Salmos 43:3|
O send out H7971 thy light H216 and thy truth: H571 let them lead H5148 me; let them bring H935 me unto thy holy H6944 hill, H2022 and to thy tabernacles. H4908
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|Salmos 43:4|
Then will I go H935 unto the altar H4196 of God, H430 unto God H410 my exceeding H8057 joy: H1524 yea, upon the harp H3658 will I praise H3034 thee, O God H430 my God. H430
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|Salmos 43:5|
Why art thou cast down, H7817 O my soul? H5315 and why art thou disquieted H1993 within me? hope H3176 in God: H430 for I shall yet praise H3034 him, who is the health H3444 of my countenance, H6440 and my God. H430
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva